segunda-feira, 3 de junho de 2013
Andei quase 3 anos a agarrar-me a uma ideia que sabia lá bem no fundo que não tinha futuro. A culpa é minha. A culpa sempre foi minha por ter posto esperança em algo que não era real, por muito vivido que estivesse na minha cabeça. Andei a fazer jogos contigo e tu a fazer os teus comigo. De uma forma ou outra, somos ambos criaturas cruéis e não há desculpa para nenhum de nós. Eu sempre soube, apesar de me tentar enganar a mim própria, que nunca iria ser possível. Mas os apaixonados são egoístas. Quero-te ainda hoje para mim, só para mim. E dói-me saber que alguém te pode fazer feliz que não eu.
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