sexta-feira, 31 de maio de 2013

Tudo o que eu sei é que hoje, dia 1 de Junho de 2013, devia ser um dia feliz. Para mim. Para nós.
Ia acordar e dar-nos os parabéns por nos aturarmos um ao outro há dois anos. Mas, na verdade, vou acordar e sentir o buraco no meu peito que sinto todos os dias, que teima em estar aberto, cada vez mais aberto, porque tu não estás comigo para o preencher. 
Sempre fui sensível até mesmo quando tu me protegias e agora que estou sem ti, tenho medo de andar na rua, dobrar uma esquina, tenho medo das pessoas. Medo de ti. Medo de mim. Medo do nosso 'nós' separado.
Queria encostar a cabeça no teu peito e ficar a ouvir-te o bater do coração, apoiada na tua força e no teu amor. Queria que, especialmente hoje, a tristeza te convence-se que a saudade não compensa e que a ausência não dá paz.
Lembra-te: Amor. Amor Sempre.

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